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CPA

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  • De acordo com a Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – SINAES, toda instituição de ensino superior deve constituir uma Comissão Própria de Avaliação – CPA. É responsabilidade desta Comissão conduzir todo o processo de Avaliação interna, sistematizar os dados obtidos e fornecer ao Ministério da Educação as informações solicitadas.

    A avaliação das Instituições divide-se em três modalidades: Autoavaliação – Coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada instituição, a Avaliação externa – realizada por Comissões designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, órgão vinculado ao Ministério da Educação e o ENADE.

    Na UNIVERSO, como previsto em seu Projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pelo MEC em 07 de Julho de 2005, a CPA, no desenvolvimento de seu trabalho, tem abordado o público interno da Universidade através de cinco pesquisas que consideramos como elementos referenciais para o reconhecimento da qualidade do desempenho institucional:

    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação do Desempenho Docente
    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação da Gestão, Infraestrutura e Serviços
    Pesquisa Ouvindo o Aluno – EAD
    Pesquisa “Ouvindo o Professor” (POP)
    Pesquisa “Ouvindo o Funcionário Tecnicoadministrativo” (POF)

    Essas pesquisas têm o objetivo de sondar o ambiente interno da UNIVERSO buscando detectar percepções manifestadas pelos seus três segmentos principais: professores, funcionários e alunos, acerca da qualidade dos relacionamentos pessoais e profissionais, no desempenho dos variados setores de atividades administrativas e acadêmicas, do nível de satisfação com os serviços prestados e recebidos, com a comunicação interna e com outros aspectos, normalmente, usados em análises de clima institucional. Além disso, as pesquisas traduzem o entendimento da CPA UNIVERSO de que o processo de autoavaliação, com a participação de todos os segmentos do seu público interno, é uma forma eficaz de buscar elementos que possam significar referências para a melhoria da gestão institucional, tanto a acadêmica quanto a administrativa.

    Outro elemento de referência para a Universidade Salgado de Oliveira é levantado pela Pesquisa Sobre os Aspectos Sócio-econômicos e Culturais dos Ingressantes (PSE). Esses aspectos socioeconômicos e culturais dos ingressantes são acompanhados desde 2001 e constituem uma visão detalhada acerca do perfil dos indivíduos que tem procurado o ingresso na Instituição, nos seus diversos campi.

    São competências da CPA dentre outras:

    I- coordenar e articular os processos internos de avaliação da Instituição;

    II- sistematizar as informações resultantes dos processos de avaliação; e

    III- Realizar e encaminhar ao MEC relatório anual de Autoavaliação da Instituição

  • A Associação Salgado de Oliveira de Educação e Cultura – ASOEC criada em 31 de maio de 1971, possibilitou a implantação em 1976 na cidade de São Gonçalo da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de São Gonçalo, instituição de Ensino Superior, autorizada pelo antigo Conselho Federal de Educação (CFE) através do Decreto de número 77.703/76. Em sua abertura a faculdade ofereceu os cursos de Pedagogia, com as habilitações em Magistério, Administração Escolar, Supervisão Escolar e Orientação Educacional; e o curso de Letras, com as habilitações em Português-Literatura e Português-Inglês.

    A origem, enquanto Universidade, remonta à carta-consulta encaminhada pela ASOEC ao CFE, nos termos da legislação em vigor, e aprovada em setembro de 1990. Como consequência da aprovação da carta-consulta foi instituída uma Comissão de Acompanhamento que se instalou oficialmente em 29 de outubro do mesmo ano iniciando, em seguida, o seu trabalho de avaliação do desempenho pedagógico-didático,

     

    acadêmico e administrativo das Faculdades Integradas de São Gonçalo. Após três anos de mudanças e acompanhamento das referidas Faculdades foi reconhecida como Universidade, pela Portaria Ministerial nº 1.283, de 8 de setembro de 1993, passando a ser denominada de Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO.

    Durante o processo de reconhecimento as Faculdades Integradas de São Gonçalo, nesta época mantendo dois campi – São Gonçalo e Niterói – adere ao PAIUB, Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras proposto pelo MEC. Experiências com este modelo são realizadas nos campi de São Gonçalo e Niterói desde 1987 e em Goiânia nos anos 1999-2000. A autoavaliação institucional como processo sistemático, contínuo e integrado à sua estrutura organizacional iniciou-se na UNIVERSO a partir do ano de 2001. Neste ano a Reitoria da UNIVERSO constituiu uma Comissão de Avaliação Institucional com o objetivo de estender o processo interno de avaliação a todas as suas unidades e cursos e, ao mesmo tempo, aderiu ao Programa CRUB de Avaliação Institucional, instituído pelo Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras que tinha o propósito de apoiar os programas de auto avaliação das instituições filiadas e realizar visitas de avaliação externa, através de comissões formadas para esse fim.

    A Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO, em seguida à sua constituição propôs à Universidade o Plano Geral de Avaliação Institucional (PGAI), aprovado pela Reitoria e ASOEC, mantenedora da UNIVERSO, em 17 de novembro de 2001. Neste plano a Avaliação Institucional é assumida pela UNIVERSO como instrumento auxiliar da gestão com o seguinte objetivo: a avaliação institucional é adotada como um instrumento para a busca permanente de maior eficácia da gestão universitária com reflexos na melhoria da qualidade do trabalho acadêmico através de seus cursos, atividades e serviços.

     

    Período: 2002 – 2003

                    Operacionalmente o PGAI se organizou por fases, que constituíam as ações ou os momentos avaliativos e começaram a ser executados a partir de 2002. Cada fase ao ser executada teve a sua ação estendida a todos os campi, todos os cursos e quando tinham como objeto um segmento do público interno: professor, aluno ou funcionário tecnicoadministrativo o foco da pesquisa era voltado para a população total daquele segmento. Os resultados obtidos em cada fase foram apresentados e discutidos em reuniões com os segmentos da administração superior, aos diretores de campi e gestores de cursos. Os professores receberam os resultados de sua avaliação e da avaliação dos serviços divulgados através de banners em locais apropriados. Após apresentação dos relatórios e discussão de seus resultados ações passavam a ser incorporadas às ações dos dirigentes e gestores de curso.

    Tendo como foco a busca de indicadores que pudessem aumentar a eficácia da gestão da Universidade, o processo de avaliação institucional desenvolvido na UNIVERSO, no período 2002-2004, cumpriu os seus objetivos. Reconhecendo que a cultura de avaliação não se estabelece de pronto na rotina de uma instituição, o processo implantado na UNIVERSO se constituiu num gerador de referências para os gestores, estando presente em significativos momentos de planejamento, análise e reflexão sobre o exercício da gestão e na tomada de decisões nos âmbitos administrativos e acadêmicos.

     

     

    A partir de 2005

    Em razão do disposto na Lei 10.861 de 14/04/2004 que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, a Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO foi reformulada, de forma a atender os pressupostos da lei, passando a ser denominada Comissão Própria de Avaliação – CPA.

    A CPA foi designada pela Portaria no. 017/2004 da Reitoria da UNIVERSO, de 20 de abril de 2004, e era composta por um Presidente, dois Assessores, seis representantes dos campi da Universidade, cinco representantes da Comunidade Universitária, sendo um de cada segmento: Corpo Docente, Corpo Técnico-Administrativo, Corpo Discente, Administração Superior da Universidade e da Coordenação de Cursos e um representante da sociedade civil organizada e teve o seu projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pela CONAES em 7 de julho de 2005.

     

    A UNIVERSO, que desde 2001 já vinha utilizando dos resultados obtidos pelo processo de autoavaliação para nortear ações de gestão, se mostrando atenta às respostas de sua comunidade interna e da comunidade externa, agora reforçada pela presença do SINAES, vem implantando a cultura da avaliação institucional utilizando-a como instrumento para:

    • Subsidiar suas ações de planejamento nos diferentes níveis da administração;
    • Redimensionar as ações e atividades acadêmicas;
    • Motivar a implementação das atividades acadêmicas;

     

    Inicialmente, conforme o Projeto de Autoavaliação Institucional da UNIVERSO, a CPA tinha uma constituição mais centralizada. Em 2013, a partir da análise do histórico do processo de autoavaliação da UNIVERSO e de seus desdobramentos, foram criados os Núcleos Locais da CPA nas diversas unidades acadêmicas: Belo Horizonte, Campos dos Goytacazes, Goiânia, Juiz de Fora, Niterói, Recife, Salvador e São Gonçalo. Consequentemente, o grupo responsável pelo trabalho de autoavaliação da UNIVERSO até então, passou a ser chamado de Núcleo Central, ficando responsável pela administração das pesquisas realizadas, comuns a todos os campi, pelo tratamento dos dados coletados e pelo apoio ao trabalho dos Núcleos Locais.

    A partir de 2013 a CPA desdobra-se em Núcleo Central responsável pela coordenação do Plano de Autoavaliação Institucional e em CPAs Locais responsáveis pela implantação do Plano de Autoavaliação, análise e divulgação das pesquisas à comunidade acadêmica em sua unidade.

  • Objetivo Geral:

    Avaliar, numa visão sistêmica, a dinâmica da gestão universitária analisando os processos, recursos e resultados, identificando pontos a serem ajustados dentro de uma ação permanente do processo de otimização da UNIVERSO, na consolidação de seus objetivos institucionais.

    Objetivos Específicos:

     

    • Promover a manutenção da cultura de avaliação na UNIVERSO;
    • Reafirmar o compromisso na manutenção de um processo contínuo e permanente de avaliação institucional na UNIVERSO;

    Apoiar o planejamento e o redirecionamento das ações da UNIVERSO, com vistas à busca permanente da qualidade da Educação Superior;

 

  • De acordo com a Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – SINAES, toda instituição de ensino superior deve constituir uma Comissão Própria de Avaliação – CPA. É responsabilidade desta Comissão conduzir todo o processo de Avaliação interna, sistematizar os dados obtidos e fornecer ao Ministério da Educação as informações solicitadas.

    A avaliação das Instituições divide-se em três modalidades: Autoavaliação – Coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada instituição, a Avaliação externa – realizada por Comissões designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, órgão vinculado ao Ministério da Educação e o ENADE.

    Na UNIVERSO, como previsto em seu Projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pelo MEC em 07 de Julho de 2005, a CPA, no desenvolvimento de seu trabalho, tem abordado o público interno da Universidade através de cinco pesquisas que consideramos como elementos referenciais para o reconhecimento da qualidade do desempenho institucional:

    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação do Desempenho Docente
    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação da Gestão, Infraestrutura e Serviços
    Pesquisa Ouvindo o Aluno – EAD
    Pesquisa “Ouvindo o Professor” (POP)
    Pesquisa “Ouvindo o Funcionário Tecnicoadministrativo” (POF)

    Essas pesquisas têm o objetivo de sondar o ambiente interno da UNIVERSO buscando detectar percepções manifestadas pelos seus três segmentos principais: professores, funcionários e alunos, acerca da qualidade dos relacionamentos pessoais e profissionais, no desempenho dos variados setores de atividades administrativas e acadêmicas, do nível de satisfação com os serviços prestados e recebidos, com a comunicação interna e com outros aspectos, normalmente, usados em análises de clima institucional. Além disso, as pesquisas traduzem o entendimento da CPA UNIVERSO de que o processo de autoavaliação, com a participação de todos os segmentos do seu público interno, é uma forma eficaz de buscar elementos que possam significar referências para a melhoria da gestão institucional, tanto a acadêmica quanto a administrativa.

    Outro elemento de referência para a Universidade Salgado de Oliveira é levantado pela Pesquisa Sobre os Aspectos Sócio-econômicos e Culturais dos Ingressantes (PSE). Esses aspectos socioeconômicos e culturais dos ingressantes são acompanhados desde 2001 e constituem uma visão detalhada acerca do perfil dos indivíduos que tem procurado o ingresso na Instituição, nos seus diversos campi.

    São competências da CPA dentre outras:

    I- coordenar e articular os processos internos de avaliação da Instituição;

    II- sistematizar as informações resultantes dos processos de avaliação; e

    III- Realizar e encaminhar ao MEC relatório anual de Autoavaliação da Instituição

  • A Associação Salgado de Oliveira de Educação e Cultura – ASOEC criada em 31 de maio de 1971, possibilitou a implantação em 1976 na cidade de São Gonçalo da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de São Gonçalo, instituição de Ensino Superior, autorizada pelo antigo Conselho Federal de Educação (CFE) através do Decreto de número 77.703/76. Em sua abertura a faculdade ofereceu os cursos de Pedagogia, com as habilitações em Magistério, Administração Escolar, Supervisão Escolar e Orientação Educacional; e o curso de Letras, com as habilitações em Português-Literatura e Português-Inglês.

    A origem, enquanto Universidade, remonta à carta-consulta encaminhada pela ASOEC ao CFE, nos termos da legislação em vigor, e aprovada em setembro de 1990. Como consequência da aprovação da carta-consulta foi instituída uma Comissão de Acompanhamento que se instalou oficialmente em 29 de outubro do mesmo ano iniciando, em seguida, o seu trabalho de avaliação do desempenho pedagógico-didático,

     

    acadêmico e administrativo das Faculdades Integradas de São Gonçalo. Após três anos de mudanças e acompanhamento das referidas Faculdades foi reconhecida como Universidade, pela Portaria Ministerial nº 1.283, de 8 de setembro de 1993, passando a ser denominada de Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO.

    Durante o processo de reconhecimento as Faculdades Integradas de São Gonçalo, nesta época mantendo dois campi – São Gonçalo e Niterói – adere ao PAIUB, Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras proposto pelo MEC. Experiências com este modelo são realizadas nos campi de São Gonçalo e Niterói desde 1987 e em Goiânia nos anos 1999-2000. A autoavaliação institucional como processo sistemático, contínuo e integrado à sua estrutura organizacional iniciou-se na UNIVERSO a partir do ano de 2001. Neste ano a Reitoria da UNIVERSO constituiu uma Comissão de Avaliação Institucional com o objetivo de estender o processo interno de avaliação a todas as suas unidades e cursos e, ao mesmo tempo, aderiu ao Programa CRUB de Avaliação Institucional, instituído pelo Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras que tinha o propósito de apoiar os programas de auto avaliação das instituições filiadas e realizar visitas de avaliação externa, através de comissões formadas para esse fim.

    A Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO, em seguida à sua constituição propôs à Universidade o Plano Geral de Avaliação Institucional (PGAI), aprovado pela Reitoria e ASOEC, mantenedora da UNIVERSO, em 17 de novembro de 2001. Neste plano a Avaliação Institucional é assumida pela UNIVERSO como instrumento auxiliar da gestão com o seguinte objetivo: a avaliação institucional é adotada como um instrumento para a busca permanente de maior eficácia da gestão universitária com reflexos na melhoria da qualidade do trabalho acadêmico através de seus cursos, atividades e serviços.

     

    Período: 2002 – 2003

                    Operacionalmente o PGAI se organizou por fases, que constituíam as ações ou os momentos avaliativos e começaram a ser executados a partir de 2002. Cada fase ao ser executada teve a sua ação estendida a todos os campi, todos os cursos e quando tinham como objeto um segmento do público interno: professor, aluno ou funcionário tecnicoadministrativo o foco da pesquisa era voltado para a população total daquele segmento. Os resultados obtidos em cada fase foram apresentados e discutidos em reuniões com os segmentos da administração superior, aos diretores de campi e gestores de cursos. Os professores receberam os resultados de sua avaliação e da avaliação dos serviços divulgados através de banners em locais apropriados. Após apresentação dos relatórios e discussão de seus resultados ações passavam a ser incorporadas às ações dos dirigentes e gestores de curso.

    Tendo como foco a busca de indicadores que pudessem aumentar a eficácia da gestão da Universidade, o processo de avaliação institucional desenvolvido na UNIVERSO, no período 2002-2004, cumpriu os seus objetivos. Reconhecendo que a cultura de avaliação não se estabelece de pronto na rotina de uma instituição, o processo implantado na UNIVERSO se constituiu num gerador de referências para os gestores, estando presente em significativos momentos de planejamento, análise e reflexão sobre o exercício da gestão e na tomada de decisões nos âmbitos administrativos e acadêmicos.

     

     

    A partir de 2005

    Em razão do disposto na Lei 10.861 de 14/04/2004 que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, a Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO foi reformulada, de forma a atender os pressupostos da lei, passando a ser denominada Comissão Própria de Avaliação – CPA.

    A CPA foi designada pela Portaria no. 017/2004 da Reitoria da UNIVERSO, de 20 de abril de 2004, e era composta por um Presidente, dois Assessores, seis representantes dos campi da Universidade, cinco representantes da Comunidade Universitária, sendo um de cada segmento: Corpo Docente, Corpo Técnico-Administrativo, Corpo Discente, Administração Superior da Universidade e da Coordenação de Cursos e um representante da sociedade civil organizada e teve o seu projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pela CONAES em 7 de julho de 2005.

     

    A UNIVERSO, que desde 2001 já vinha utilizando dos resultados obtidos pelo processo de autoavaliação para nortear ações de gestão, se mostrando atenta às respostas de sua comunidade interna e da comunidade externa, agora reforçada pela presença do SINAES, vem implantando a cultura da avaliação institucional utilizando-a como instrumento para:

    • Subsidiar suas ações de planejamento nos diferentes níveis da administração;
    • Redimensionar as ações e atividades acadêmicas;
    • Motivar a implementação das atividades acadêmicas;

     

    Inicialmente, conforme o Projeto de Autoavaliação Institucional da UNIVERSO, a CPA tinha uma constituição mais centralizada. Em 2013, a partir da análise do histórico do processo de autoavaliação da UNIVERSO e de seus desdobramentos, foram criados os Núcleos Locais da CPA nas diversas unidades acadêmicas: Belo Horizonte, Campos dos Goytacazes, Goiânia, Juiz de Fora, Niterói, Recife, Salvador e São Gonçalo. Consequentemente, o grupo responsável pelo trabalho de autoavaliação da UNIVERSO até então, passou a ser chamado de Núcleo Central, ficando responsável pela administração das pesquisas realizadas, comuns a todos os campi, pelo tratamento dos dados coletados e pelo apoio ao trabalho dos Núcleos Locais.

    A partir de 2013 a CPA desdobra-se em Núcleo Central responsável pela coordenação do Plano de Autoavaliação Institucional e em CPAs Locais responsáveis pela implantação do Plano de Autoavaliação, análise e divulgação das pesquisas à comunidade acadêmica em sua unidade.

  • Objetivo Geral:

    Avaliar, numa visão sistêmica, a dinâmica da gestão universitária analisando os processos, recursos e resultados, identificando pontos a serem ajustados dentro de uma ação permanente do processo de otimização da UNIVERSO, na consolidação de seus objetivos institucionais.

    Objetivos Específicos:

     

    • Promover a manutenção da cultura de avaliação na UNIVERSO;
    • Reafirmar o compromisso na manutenção de um processo contínuo e permanente de avaliação institucional na UNIVERSO;

    Apoiar o planejamento e o redirecionamento das ações da UNIVERSO, com vistas à busca permanente da qualidade da Educação Superior;

 

  • De acordo com a Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – SINAES, toda instituição de ensino superior deve constituir uma Comissão Própria de Avaliação – CPA. É responsabilidade desta Comissão conduzir todo o processo de Avaliação interna, sistematizar os dados obtidos e fornecer ao Ministério da Educação as informações solicitadas.

    A avaliação das Instituições divide-se em três modalidades: Autoavaliação – Coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada instituição, a Avaliação externa – realizada por Comissões designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, órgão vinculado ao Ministério da Educação e o ENADE.

    Na UNIVERSO, como previsto em seu Projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pelo MEC em 07 de Julho de 2005, a CPA, no desenvolvimento de seu trabalho, tem abordado o público interno da Universidade através de cinco pesquisas que consideramos como elementos referenciais para o reconhecimento da qualidade do desempenho institucional:

    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação do Desempenho Docente
    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação da Gestão, Infraestrutura e Serviços
    Pesquisa Ouvindo o Aluno – EAD
    Pesquisa “Ouvindo o Professor” (POP)
    Pesquisa “Ouvindo o Funcionário Tecnicoadministrativo” (POF)

    Essas pesquisas têm o objetivo de sondar o ambiente interno da UNIVERSO buscando detectar percepções manifestadas pelos seus três segmentos principais: professores, funcionários e alunos, acerca da qualidade dos relacionamentos pessoais e profissionais, no desempenho dos variados setores de atividades administrativas e acadêmicas, do nível de satisfação com os serviços prestados e recebidos, com a comunicação interna e com outros aspectos, normalmente, usados em análises de clima institucional. Além disso, as pesquisas traduzem o entendimento da CPA UNIVERSO de que o processo de autoavaliação, com a participação de todos os segmentos do seu público interno, é uma forma eficaz de buscar elementos que possam significar referências para a melhoria da gestão institucional, tanto a acadêmica quanto a administrativa.

    Outro elemento de referência para a Universidade Salgado de Oliveira é levantado pela Pesquisa Sobre os Aspectos Sócio-econômicos e Culturais dos Ingressantes (PSE). Esses aspectos socioeconômicos e culturais dos ingressantes são acompanhados desde 2001 e constituem uma visão detalhada acerca do perfil dos indivíduos que tem procurado o ingresso na Instituição, nos seus diversos campi.

    São competências da CPA dentre outras:

    I- coordenar e articular os processos internos de avaliação da Instituição;

    II- sistematizar as informações resultantes dos processos de avaliação; e

    III- Realizar e encaminhar ao MEC relatório anual de Autoavaliação da Instituição

  • A Associação Salgado de Oliveira de Educação e Cultura – ASOEC criada em 31 de maio de 1971, possibilitou a implantação em 1976 na cidade de São Gonçalo da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de São Gonçalo, instituição de Ensino Superior, autorizada pelo antigo Conselho Federal de Educação (CFE) através do Decreto de número 77.703/76. Em sua abertura a faculdade ofereceu os cursos de Pedagogia, com as habilitações em Magistério, Administração Escolar, Supervisão Escolar e Orientação Educacional; e o curso de Letras, com as habilitações em Português-Literatura e Português-Inglês.

    A origem, enquanto Universidade, remonta à carta-consulta encaminhada pela ASOEC ao CFE, nos termos da legislação em vigor, e aprovada em setembro de 1990. Como consequência da aprovação da carta-consulta foi instituída uma Comissão de Acompanhamento que se instalou oficialmente em 29 de outubro do mesmo ano iniciando, em seguida, o seu trabalho de avaliação do desempenho pedagógico-didático,

     

    acadêmico e administrativo das Faculdades Integradas de São Gonçalo. Após três anos de mudanças e acompanhamento das referidas Faculdades foi reconhecida como Universidade, pela Portaria Ministerial nº 1.283, de 8 de setembro de 1993, passando a ser denominada de Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO.

    Durante o processo de reconhecimento as Faculdades Integradas de São Gonçalo, nesta época mantendo dois campi – São Gonçalo e Niterói – adere ao PAIUB, Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras proposto pelo MEC. Experiências com este modelo são realizadas nos campi de São Gonçalo e Niterói desde 1987 e em Goiânia nos anos 1999-2000. A autoavaliação institucional como processo sistemático, contínuo e integrado à sua estrutura organizacional iniciou-se na UNIVERSO a partir do ano de 2001. Neste ano a Reitoria da UNIVERSO constituiu uma Comissão de Avaliação Institucional com o objetivo de estender o processo interno de avaliação a todas as suas unidades e cursos e, ao mesmo tempo, aderiu ao Programa CRUB de Avaliação Institucional, instituído pelo Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras que tinha o propósito de apoiar os programas de auto avaliação das instituições filiadas e realizar visitas de avaliação externa, através de comissões formadas para esse fim.

    A Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO, em seguida à sua constituição propôs à Universidade o Plano Geral de Avaliação Institucional (PGAI), aprovado pela Reitoria e ASOEC, mantenedora da UNIVERSO, em 17 de novembro de 2001. Neste plano a Avaliação Institucional é assumida pela UNIVERSO como instrumento auxiliar da gestão com o seguinte objetivo: a avaliação institucional é adotada como um instrumento para a busca permanente de maior eficácia da gestão universitária com reflexos na melhoria da qualidade do trabalho acadêmico através de seus cursos, atividades e serviços.

     

    Período: 2002 – 2003

                    Operacionalmente o PGAI se organizou por fases, que constituíam as ações ou os momentos avaliativos e começaram a ser executados a partir de 2002. Cada fase ao ser executada teve a sua ação estendida a todos os campi, todos os cursos e quando tinham como objeto um segmento do público interno: professor, aluno ou funcionário tecnicoadministrativo o foco da pesquisa era voltado para a população total daquele segmento. Os resultados obtidos em cada fase foram apresentados e discutidos em reuniões com os segmentos da administração superior, aos diretores de campi e gestores de cursos. Os professores receberam os resultados de sua avaliação e da avaliação dos serviços divulgados através de banners em locais apropriados. Após apresentação dos relatórios e discussão de seus resultados ações passavam a ser incorporadas às ações dos dirigentes e gestores de curso.

    Tendo como foco a busca de indicadores que pudessem aumentar a eficácia da gestão da Universidade, o processo de avaliação institucional desenvolvido na UNIVERSO, no período 2002-2004, cumpriu os seus objetivos. Reconhecendo que a cultura de avaliação não se estabelece de pronto na rotina de uma instituição, o processo implantado na UNIVERSO se constituiu num gerador de referências para os gestores, estando presente em significativos momentos de planejamento, análise e reflexão sobre o exercício da gestão e na tomada de decisões nos âmbitos administrativos e acadêmicos.

     

     

    A partir de 2005

    Em razão do disposto na Lei 10.861 de 14/04/2004 que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, a Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO foi reformulada, de forma a atender os pressupostos da lei, passando a ser denominada Comissão Própria de Avaliação – CPA.

    A CPA foi designada pela Portaria no. 017/2004 da Reitoria da UNIVERSO, de 20 de abril de 2004, e era composta por um Presidente, dois Assessores, seis representantes dos campi da Universidade, cinco representantes da Comunidade Universitária, sendo um de cada segmento: Corpo Docente, Corpo Técnico-Administrativo, Corpo Discente, Administração Superior da Universidade e da Coordenação de Cursos e um representante da sociedade civil organizada e teve o seu projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pela CONAES em 7 de julho de 2005.

     

    A UNIVERSO, que desde 2001 já vinha utilizando dos resultados obtidos pelo processo de autoavaliação para nortear ações de gestão, se mostrando atenta às respostas de sua comunidade interna e da comunidade externa, agora reforçada pela presença do SINAES, vem implantando a cultura da avaliação institucional utilizando-a como instrumento para:

    • Subsidiar suas ações de planejamento nos diferentes níveis da administração;
    • Redimensionar as ações e atividades acadêmicas;
    • Motivar a implementação das atividades acadêmicas;

     

    Inicialmente, conforme o Projeto de Autoavaliação Institucional da UNIVERSO, a CPA tinha uma constituição mais centralizada. Em 2013, a partir da análise do histórico do processo de autoavaliação da UNIVERSO e de seus desdobramentos, foram criados os Núcleos Locais da CPA nas diversas unidades acadêmicas: Belo Horizonte, Campos dos Goytacazes, Goiânia, Juiz de Fora, Niterói, Recife, Salvador e São Gonçalo. Consequentemente, o grupo responsável pelo trabalho de autoavaliação da UNIVERSO até então, passou a ser chamado de Núcleo Central, ficando responsável pela administração das pesquisas realizadas, comuns a todos os campi, pelo tratamento dos dados coletados e pelo apoio ao trabalho dos Núcleos Locais.

    A partir de 2013 a CPA desdobra-se em Núcleo Central responsável pela coordenação do Plano de Autoavaliação Institucional e em CPAs Locais responsáveis pela implantação do Plano de Autoavaliação, análise e divulgação das pesquisas à comunidade acadêmica em sua unidade.

  • Objetivo Geral:

    Avaliar, numa visão sistêmica, a dinâmica da gestão universitária analisando os processos, recursos e resultados, identificando pontos a serem ajustados dentro de uma ação permanente do processo de otimização da UNIVERSO, na consolidação de seus objetivos institucionais.

    Objetivos Específicos:

     

    • Promover a manutenção da cultura de avaliação na UNIVERSO;
    • Reafirmar o compromisso na manutenção de um processo contínuo e permanente de avaliação institucional na UNIVERSO;

    Apoiar o planejamento e o redirecionamento das ações da UNIVERSO, com vistas à busca permanente da qualidade da Educação Superior;

 

  • De acordo com a Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – SINAES, toda instituição de ensino superior deve constituir uma Comissão Própria de Avaliação – CPA. É responsabilidade desta Comissão conduzir todo o processo de Avaliação interna, sistematizar os dados obtidos e fornecer ao Ministério da Educação as informações solicitadas.

    A avaliação das Instituições divide-se em três modalidades: Autoavaliação – Coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada instituição, a Avaliação externa – realizada por Comissões designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, órgão vinculado ao Ministério da Educação e o ENADE.

    Na UNIVERSO, como previsto em seu Projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pelo MEC em 07 de Julho de 2005, a CPA, no desenvolvimento de seu trabalho, tem abordado o público interno da Universidade através de cinco pesquisas que consideramos como elementos referenciais para o reconhecimento da qualidade do desempenho institucional:

    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação do Desempenho Docente
    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação da Gestão, Infraestrutura e Serviços
    Pesquisa Ouvindo o Aluno – EAD
    Pesquisa “Ouvindo o Professor” (POP)
    Pesquisa “Ouvindo o Funcionário Tecnicoadministrativo” (POF)

    Essas pesquisas têm o objetivo de sondar o ambiente interno da UNIVERSO buscando detectar percepções manifestadas pelos seus três segmentos principais: professores, funcionários e alunos, acerca da qualidade dos relacionamentos pessoais e profissionais, no desempenho dos variados setores de atividades administrativas e acadêmicas, do nível de satisfação com os serviços prestados e recebidos, com a comunicação interna e com outros aspectos, normalmente, usados em análises de clima institucional. Além disso, as pesquisas traduzem o entendimento da CPA UNIVERSO de que o processo de autoavaliação, com a participação de todos os segmentos do seu público interno, é uma forma eficaz de buscar elementos que possam significar referências para a melhoria da gestão institucional, tanto a acadêmica quanto a administrativa.

    Outro elemento de referência para a Universidade Salgado de Oliveira é levantado pela Pesquisa Sobre os Aspectos Sócio-econômicos e Culturais dos Ingressantes (PSE). Esses aspectos socioeconômicos e culturais dos ingressantes são acompanhados desde 2001 e constituem uma visão detalhada acerca do perfil dos indivíduos que tem procurado o ingresso na Instituição, nos seus diversos campi.

    São competências da CPA dentre outras:

    I- coordenar e articular os processos internos de avaliação da Instituição;

    II- sistematizar as informações resultantes dos processos de avaliação; e

    III- Realizar e encaminhar ao MEC relatório anual de Autoavaliação da Instituição

  • A Associação Salgado de Oliveira de Educação e Cultura – ASOEC criada em 31 de maio de 1971, possibilitou a implantação em 1976 na cidade de São Gonçalo da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de São Gonçalo, instituição de Ensino Superior, autorizada pelo antigo Conselho Federal de Educação (CFE) através do Decreto de número 77.703/76. Em sua abertura a faculdade ofereceu os cursos de Pedagogia, com as habilitações em Magistério, Administração Escolar, Supervisão Escolar e Orientação Educacional; e o curso de Letras, com as habilitações em Português-Literatura e Português-Inglês.

    A origem, enquanto Universidade, remonta à carta-consulta encaminhada pela ASOEC ao CFE, nos termos da legislação em vigor, e aprovada em setembro de 1990. Como consequência da aprovação da carta-consulta foi instituída uma Comissão de Acompanhamento que se instalou oficialmente em 29 de outubro do mesmo ano iniciando, em seguida, o seu trabalho de avaliação do desempenho pedagógico-didático,

     

    acadêmico e administrativo das Faculdades Integradas de São Gonçalo. Após três anos de mudanças e acompanhamento das referidas Faculdades foi reconhecida como Universidade, pela Portaria Ministerial nº 1.283, de 8 de setembro de 1993, passando a ser denominada de Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO.

    Durante o processo de reconhecimento as Faculdades Integradas de São Gonçalo, nesta época mantendo dois campi – São Gonçalo e Niterói – adere ao PAIUB, Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras proposto pelo MEC. Experiências com este modelo são realizadas nos campi de São Gonçalo e Niterói desde 1987 e em Goiânia nos anos 1999-2000. A autoavaliação institucional como processo sistemático, contínuo e integrado à sua estrutura organizacional iniciou-se na UNIVERSO a partir do ano de 2001. Neste ano a Reitoria da UNIVERSO constituiu uma Comissão de Avaliação Institucional com o objetivo de estender o processo interno de avaliação a todas as suas unidades e cursos e, ao mesmo tempo, aderiu ao Programa CRUB de Avaliação Institucional, instituído pelo Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras que tinha o propósito de apoiar os programas de auto avaliação das instituições filiadas e realizar visitas de avaliação externa, através de comissões formadas para esse fim.

    A Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO, em seguida à sua constituição propôs à Universidade o Plano Geral de Avaliação Institucional (PGAI), aprovado pela Reitoria e ASOEC, mantenedora da UNIVERSO, em 17 de novembro de 2001. Neste plano a Avaliação Institucional é assumida pela UNIVERSO como instrumento auxiliar da gestão com o seguinte objetivo: a avaliação institucional é adotada como um instrumento para a busca permanente de maior eficácia da gestão universitária com reflexos na melhoria da qualidade do trabalho acadêmico através de seus cursos, atividades e serviços.

     

    Período: 2002 – 2003

                    Operacionalmente o PGAI se organizou por fases, que constituíam as ações ou os momentos avaliativos e começaram a ser executados a partir de 2002. Cada fase ao ser executada teve a sua ação estendida a todos os campi, todos os cursos e quando tinham como objeto um segmento do público interno: professor, aluno ou funcionário tecnicoadministrativo o foco da pesquisa era voltado para a população total daquele segmento. Os resultados obtidos em cada fase foram apresentados e discutidos em reuniões com os segmentos da administração superior, aos diretores de campi e gestores de cursos. Os professores receberam os resultados de sua avaliação e da avaliação dos serviços divulgados através de banners em locais apropriados. Após apresentação dos relatórios e discussão de seus resultados ações passavam a ser incorporadas às ações dos dirigentes e gestores de curso.

    Tendo como foco a busca de indicadores que pudessem aumentar a eficácia da gestão da Universidade, o processo de avaliação institucional desenvolvido na UNIVERSO, no período 2002-2004, cumpriu os seus objetivos. Reconhecendo que a cultura de avaliação não se estabelece de pronto na rotina de uma instituição, o processo implantado na UNIVERSO se constituiu num gerador de referências para os gestores, estando presente em significativos momentos de planejamento, análise e reflexão sobre o exercício da gestão e na tomada de decisões nos âmbitos administrativos e acadêmicos.

     

     

    A partir de 2005

    Em razão do disposto na Lei 10.861 de 14/04/2004 que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, a Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO foi reformulada, de forma a atender os pressupostos da lei, passando a ser denominada Comissão Própria de Avaliação – CPA.

    A CPA foi designada pela Portaria no. 017/2004 da Reitoria da UNIVERSO, de 20 de abril de 2004, e era composta por um Presidente, dois Assessores, seis representantes dos campi da Universidade, cinco representantes da Comunidade Universitária, sendo um de cada segmento: Corpo Docente, Corpo Técnico-Administrativo, Corpo Discente, Administração Superior da Universidade e da Coordenação de Cursos e um representante da sociedade civil organizada e teve o seu projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pela CONAES em 7 de julho de 2005.

     

    A UNIVERSO, que desde 2001 já vinha utilizando dos resultados obtidos pelo processo de autoavaliação para nortear ações de gestão, se mostrando atenta às respostas de sua comunidade interna e da comunidade externa, agora reforçada pela presença do SINAES, vem implantando a cultura da avaliação institucional utilizando-a como instrumento para:

    • Subsidiar suas ações de planejamento nos diferentes níveis da administração;
    • Redimensionar as ações e atividades acadêmicas;
    • Motivar a implementação das atividades acadêmicas;

     

    Inicialmente, conforme o Projeto de Autoavaliação Institucional da UNIVERSO, a CPA tinha uma constituição mais centralizada. Em 2013, a partir da análise do histórico do processo de autoavaliação da UNIVERSO e de seus desdobramentos, foram criados os Núcleos Locais da CPA nas diversas unidades acadêmicas: Belo Horizonte, Campos dos Goytacazes, Goiânia, Juiz de Fora, Niterói, Recife, Salvador e São Gonçalo. Consequentemente, o grupo responsável pelo trabalho de autoavaliação da UNIVERSO até então, passou a ser chamado de Núcleo Central, ficando responsável pela administração das pesquisas realizadas, comuns a todos os campi, pelo tratamento dos dados coletados e pelo apoio ao trabalho dos Núcleos Locais.

    A partir de 2013 a CPA desdobra-se em Núcleo Central responsável pela coordenação do Plano de Autoavaliação Institucional e em CPAs Locais responsáveis pela implantação do Plano de Autoavaliação, análise e divulgação das pesquisas à comunidade acadêmica em sua unidade.

  • Objetivo Geral:

    Avaliar, numa visão sistêmica, a dinâmica da gestão universitária analisando os processos, recursos e resultados, identificando pontos a serem ajustados dentro de uma ação permanente do processo de otimização da UNIVERSO, na consolidação de seus objetivos institucionais.

    Objetivos Específicos:

     

    • Promover a manutenção da cultura de avaliação na UNIVERSO;
    • Reafirmar o compromisso na manutenção de um processo contínuo e permanente de avaliação institucional na UNIVERSO;

    Apoiar o planejamento e o redirecionamento das ações da UNIVERSO, com vistas à busca permanente da qualidade da Educação Superior;

 

  • De acordo com a Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – SINAES, toda instituição de ensino superior deve constituir uma Comissão Própria de Avaliação – CPA. É responsabilidade desta Comissão conduzir todo o processo de Avaliação interna, sistematizar os dados obtidos e fornecer ao Ministério da Educação as informações solicitadas.

    A avaliação das Instituições divide-se em três modalidades: Autoavaliação – Coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada instituição, a Avaliação externa – realizada por Comissões designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, órgão vinculado ao Ministério da Educação e o ENADE.

    Na UNIVERSO, como previsto em seu Projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pelo MEC em 07 de Julho de 2005, a CPA, no desenvolvimento de seu trabalho, tem abordado o público interno da Universidade através de cinco pesquisas que consideramos como elementos referenciais para o reconhecimento da qualidade do desempenho institucional:

    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação do Desempenho Docente
    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação da Gestão, Infraestrutura e Serviços
    Pesquisa Ouvindo o Aluno – EAD
    Pesquisa “Ouvindo o Professor” (POP)
    Pesquisa “Ouvindo o Funcionário Tecnicoadministrativo” (POF)

    Essas pesquisas têm o objetivo de sondar o ambiente interno da UNIVERSO buscando detectar percepções manifestadas pelos seus três segmentos principais: professores, funcionários e alunos, acerca da qualidade dos relacionamentos pessoais e profissionais, no desempenho dos variados setores de atividades administrativas e acadêmicas, do nível de satisfação com os serviços prestados e recebidos, com a comunicação interna e com outros aspectos, normalmente, usados em análises de clima institucional. Além disso, as pesquisas traduzem o entendimento da CPA UNIVERSO de que o processo de autoavaliação, com a participação de todos os segmentos do seu público interno, é uma forma eficaz de buscar elementos que possam significar referências para a melhoria da gestão institucional, tanto a acadêmica quanto a administrativa.

    Outro elemento de referência para a Universidade Salgado de Oliveira é levantado pela Pesquisa Sobre os Aspectos Sócio-econômicos e Culturais dos Ingressantes (PSE). Esses aspectos socioeconômicos e culturais dos ingressantes são acompanhados desde 2001 e constituem uma visão detalhada acerca do perfil dos indivíduos que tem procurado o ingresso na Instituição, nos seus diversos campi.

    São competências da CPA dentre outras:

    I- coordenar e articular os processos internos de avaliação da Instituição;

    II- sistematizar as informações resultantes dos processos de avaliação; e

    III- Realizar e encaminhar ao MEC relatório anual de Autoavaliação da Instituição

  • A Associação Salgado de Oliveira de Educação e Cultura – ASOEC criada em 31 de maio de 1971, possibilitou a implantação em 1976 na cidade de São Gonçalo da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de São Gonçalo, instituição de Ensino Superior, autorizada pelo antigo Conselho Federal de Educação (CFE) através do Decreto de número 77.703/76. Em sua abertura a faculdade ofereceu os cursos de Pedagogia, com as habilitações em Magistério, Administração Escolar, Supervisão Escolar e Orientação Educacional; e o curso de Letras, com as habilitações em Português-Literatura e Português-Inglês.

    A origem, enquanto Universidade, remonta à carta-consulta encaminhada pela ASOEC ao CFE, nos termos da legislação em vigor, e aprovada em setembro de 1990. Como consequência da aprovação da carta-consulta foi instituída uma Comissão de Acompanhamento que se instalou oficialmente em 29 de outubro do mesmo ano iniciando, em seguida, o seu trabalho de avaliação do desempenho pedagógico-didático,

     

    acadêmico e administrativo das Faculdades Integradas de São Gonçalo. Após três anos de mudanças e acompanhamento das referidas Faculdades foi reconhecida como Universidade, pela Portaria Ministerial nº 1.283, de 8 de setembro de 1993, passando a ser denominada de Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO.

    Durante o processo de reconhecimento as Faculdades Integradas de São Gonçalo, nesta época mantendo dois campi – São Gonçalo e Niterói – adere ao PAIUB, Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras proposto pelo MEC. Experiências com este modelo são realizadas nos campi de São Gonçalo e Niterói desde 1987 e em Goiânia nos anos 1999-2000. A autoavaliação institucional como processo sistemático, contínuo e integrado à sua estrutura organizacional iniciou-se na UNIVERSO a partir do ano de 2001. Neste ano a Reitoria da UNIVERSO constituiu uma Comissão de Avaliação Institucional com o objetivo de estender o processo interno de avaliação a todas as suas unidades e cursos e, ao mesmo tempo, aderiu ao Programa CRUB de Avaliação Institucional, instituído pelo Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras que tinha o propósito de apoiar os programas de auto avaliação das instituições filiadas e realizar visitas de avaliação externa, através de comissões formadas para esse fim.

    A Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO, em seguida à sua constituição propôs à Universidade o Plano Geral de Avaliação Institucional (PGAI), aprovado pela Reitoria e ASOEC, mantenedora da UNIVERSO, em 17 de novembro de 2001. Neste plano a Avaliação Institucional é assumida pela UNIVERSO como instrumento auxiliar da gestão com o seguinte objetivo: a avaliação institucional é adotada como um instrumento para a busca permanente de maior eficácia da gestão universitária com reflexos na melhoria da qualidade do trabalho acadêmico através de seus cursos, atividades e serviços.

     

    Período: 2002 – 2003

                    Operacionalmente o PGAI se organizou por fases, que constituíam as ações ou os momentos avaliativos e começaram a ser executados a partir de 2002. Cada fase ao ser executada teve a sua ação estendida a todos os campi, todos os cursos e quando tinham como objeto um segmento do público interno: professor, aluno ou funcionário tecnicoadministrativo o foco da pesquisa era voltado para a população total daquele segmento. Os resultados obtidos em cada fase foram apresentados e discutidos em reuniões com os segmentos da administração superior, aos diretores de campi e gestores de cursos. Os professores receberam os resultados de sua avaliação e da avaliação dos serviços divulgados através de banners em locais apropriados. Após apresentação dos relatórios e discussão de seus resultados ações passavam a ser incorporadas às ações dos dirigentes e gestores de curso.

    Tendo como foco a busca de indicadores que pudessem aumentar a eficácia da gestão da Universidade, o processo de avaliação institucional desenvolvido na UNIVERSO, no período 2002-2004, cumpriu os seus objetivos. Reconhecendo que a cultura de avaliação não se estabelece de pronto na rotina de uma instituição, o processo implantado na UNIVERSO se constituiu num gerador de referências para os gestores, estando presente em significativos momentos de planejamento, análise e reflexão sobre o exercício da gestão e na tomada de decisões nos âmbitos administrativos e acadêmicos.

     

     

    A partir de 2005

    Em razão do disposto na Lei 10.861 de 14/04/2004 que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, a Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO foi reformulada, de forma a atender os pressupostos da lei, passando a ser denominada Comissão Própria de Avaliação – CPA.

    A CPA foi designada pela Portaria no. 017/2004 da Reitoria da UNIVERSO, de 20 de abril de 2004, e era composta por um Presidente, dois Assessores, seis representantes dos campi da Universidade, cinco representantes da Comunidade Universitária, sendo um de cada segmento: Corpo Docente, Corpo Técnico-Administrativo, Corpo Discente, Administração Superior da Universidade e da Coordenação de Cursos e um representante da sociedade civil organizada e teve o seu projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pela CONAES em 7 de julho de 2005.

     

    A UNIVERSO, que desde 2001 já vinha utilizando dos resultados obtidos pelo processo de autoavaliação para nortear ações de gestão, se mostrando atenta às respostas de sua comunidade interna e da comunidade externa, agora reforçada pela presença do SINAES, vem implantando a cultura da avaliação institucional utilizando-a como instrumento para:

    • Subsidiar suas ações de planejamento nos diferentes níveis da administração;
    • Redimensionar as ações e atividades acadêmicas;
    • Motivar a implementação das atividades acadêmicas;

     

    Inicialmente, conforme o Projeto de Autoavaliação Institucional da UNIVERSO, a CPA tinha uma constituição mais centralizada. Em 2013, a partir da análise do histórico do processo de autoavaliação da UNIVERSO e de seus desdobramentos, foram criados os Núcleos Locais da CPA nas diversas unidades acadêmicas: Belo Horizonte, Campos dos Goytacazes, Goiânia, Juiz de Fora, Niterói, Recife, Salvador e São Gonçalo. Consequentemente, o grupo responsável pelo trabalho de autoavaliação da UNIVERSO até então, passou a ser chamado de Núcleo Central, ficando responsável pela administração das pesquisas realizadas, comuns a todos os campi, pelo tratamento dos dados coletados e pelo apoio ao trabalho dos Núcleos Locais.

    A partir de 2013 a CPA desdobra-se em Núcleo Central responsável pela coordenação do Plano de Autoavaliação Institucional e em CPAs Locais responsáveis pela implantação do Plano de Autoavaliação, análise e divulgação das pesquisas à comunidade acadêmica em sua unidade.

  • Objetivo Geral:

    Avaliar, numa visão sistêmica, a dinâmica da gestão universitária analisando os processos, recursos e resultados, identificando pontos a serem ajustados dentro de uma ação permanente do processo de otimização da UNIVERSO, na consolidação de seus objetivos institucionais.

    Objetivos Específicos:

     

    • Promover a manutenção da cultura de avaliação na UNIVERSO;
    • Reafirmar o compromisso na manutenção de um processo contínuo e permanente de avaliação institucional na UNIVERSO;

    Apoiar o planejamento e o redirecionamento das ações da UNIVERSO, com vistas à busca permanente da qualidade da Educação Superior;

 

  • De acordo com a Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – SINAES, toda instituição de ensino superior deve constituir uma Comissão Própria de Avaliação – CPA. É responsabilidade desta Comissão conduzir todo o processo de Avaliação interna, sistematizar os dados obtidos e fornecer ao Ministério da Educação as informações solicitadas.

    A avaliação das Instituições divide-se em três modalidades: Autoavaliação – Coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada instituição, a Avaliação externa – realizada por Comissões designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, órgão vinculado ao Ministério da Educação e o ENADE.

    Na UNIVERSO, como previsto em seu Projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pelo MEC em 07 de Julho de 2005, a CPA, no desenvolvimento de seu trabalho, tem abordado o público interno da Universidade através de cinco pesquisas que consideramos como elementos referenciais para o reconhecimento da qualidade do desempenho institucional:

    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação do Desempenho Docente
    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação da Gestão, Infraestrutura e Serviços
    Pesquisa Ouvindo o Aluno – EAD
    Pesquisa “Ouvindo o Professor” (POP)
    Pesquisa “Ouvindo o Funcionário Tecnicoadministrativo” (POF)

    Essas pesquisas têm o objetivo de sondar o ambiente interno da UNIVERSO buscando detectar percepções manifestadas pelos seus três segmentos principais: professores, funcionários e alunos, acerca da qualidade dos relacionamentos pessoais e profissionais, no desempenho dos variados setores de atividades administrativas e acadêmicas, do nível de satisfação com os serviços prestados e recebidos, com a comunicação interna e com outros aspectos, normalmente, usados em análises de clima institucional. Além disso, as pesquisas traduzem o entendimento da CPA UNIVERSO de que o processo de autoavaliação, com a participação de todos os segmentos do seu público interno, é uma forma eficaz de buscar elementos que possam significar referências para a melhoria da gestão institucional, tanto a acadêmica quanto a administrativa.

    Outro elemento de referência para a Universidade Salgado de Oliveira é levantado pela Pesquisa Sobre os Aspectos Sócio-econômicos e Culturais dos Ingressantes (PSE). Esses aspectos socioeconômicos e culturais dos ingressantes são acompanhados desde 2001 e constituem uma visão detalhada acerca do perfil dos indivíduos que tem procurado o ingresso na Instituição, nos seus diversos campi.

    São competências da CPA dentre outras:

    I- coordenar e articular os processos internos de avaliação da Instituição;

    II- sistematizar as informações resultantes dos processos de avaliação; e

    III- Realizar e encaminhar ao MEC relatório anual de Autoavaliação da Instituição

  • A Associação Salgado de Oliveira de Educação e Cultura – ASOEC criada em 31 de maio de 1971, possibilitou a implantação em 1976 na cidade de São Gonçalo da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de São Gonçalo, instituição de Ensino Superior, autorizada pelo antigo Conselho Federal de Educação (CFE) através do Decreto de número 77.703/76. Em sua abertura a faculdade ofereceu os cursos de Pedagogia, com as habilitações em Magistério, Administração Escolar, Supervisão Escolar e Orientação Educacional; e o curso de Letras, com as habilitações em Português-Literatura e Português-Inglês.

    A origem, enquanto Universidade, remonta à carta-consulta encaminhada pela ASOEC ao CFE, nos termos da legislação em vigor, e aprovada em setembro de 1990. Como consequência da aprovação da carta-consulta foi instituída uma Comissão de Acompanhamento que se instalou oficialmente em 29 de outubro do mesmo ano iniciando, em seguida, o seu trabalho de avaliação do desempenho pedagógico-didático,

     

    acadêmico e administrativo das Faculdades Integradas de São Gonçalo. Após três anos de mudanças e acompanhamento das referidas Faculdades foi reconhecida como Universidade, pela Portaria Ministerial nº 1.283, de 8 de setembro de 1993, passando a ser denominada de Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO.

    Durante o processo de reconhecimento as Faculdades Integradas de São Gonçalo, nesta época mantendo dois campi – São Gonçalo e Niterói – adere ao PAIUB, Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras proposto pelo MEC. Experiências com este modelo são realizadas nos campi de São Gonçalo e Niterói desde 1987 e em Goiânia nos anos 1999-2000. A autoavaliação institucional como processo sistemático, contínuo e integrado à sua estrutura organizacional iniciou-se na UNIVERSO a partir do ano de 2001. Neste ano a Reitoria da UNIVERSO constituiu uma Comissão de Avaliação Institucional com o objetivo de estender o processo interno de avaliação a todas as suas unidades e cursos e, ao mesmo tempo, aderiu ao Programa CRUB de Avaliação Institucional, instituído pelo Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras que tinha o propósito de apoiar os programas de auto avaliação das instituições filiadas e realizar visitas de avaliação externa, através de comissões formadas para esse fim.

    A Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO, em seguida à sua constituição propôs à Universidade o Plano Geral de Avaliação Institucional (PGAI), aprovado pela Reitoria e ASOEC, mantenedora da UNIVERSO, em 17 de novembro de 2001. Neste plano a Avaliação Institucional é assumida pela UNIVERSO como instrumento auxiliar da gestão com o seguinte objetivo: a avaliação institucional é adotada como um instrumento para a busca permanente de maior eficácia da gestão universitária com reflexos na melhoria da qualidade do trabalho acadêmico através de seus cursos, atividades e serviços.

     

    Período: 2002 – 2003

                    Operacionalmente o PGAI se organizou por fases, que constituíam as ações ou os momentos avaliativos e começaram a ser executados a partir de 2002. Cada fase ao ser executada teve a sua ação estendida a todos os campi, todos os cursos e quando tinham como objeto um segmento do público interno: professor, aluno ou funcionário tecnicoadministrativo o foco da pesquisa era voltado para a população total daquele segmento. Os resultados obtidos em cada fase foram apresentados e discutidos em reuniões com os segmentos da administração superior, aos diretores de campi e gestores de cursos. Os professores receberam os resultados de sua avaliação e da avaliação dos serviços divulgados através de banners em locais apropriados. Após apresentação dos relatórios e discussão de seus resultados ações passavam a ser incorporadas às ações dos dirigentes e gestores de curso.

    Tendo como foco a busca de indicadores que pudessem aumentar a eficácia da gestão da Universidade, o processo de avaliação institucional desenvolvido na UNIVERSO, no período 2002-2004, cumpriu os seus objetivos. Reconhecendo que a cultura de avaliação não se estabelece de pronto na rotina de uma instituição, o processo implantado na UNIVERSO se constituiu num gerador de referências para os gestores, estando presente em significativos momentos de planejamento, análise e reflexão sobre o exercício da gestão e na tomada de decisões nos âmbitos administrativos e acadêmicos.

     

     

    A partir de 2005

    Em razão do disposto na Lei 10.861 de 14/04/2004 que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, a Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO foi reformulada, de forma a atender os pressupostos da lei, passando a ser denominada Comissão Própria de Avaliação – CPA.

    A CPA foi designada pela Portaria no. 017/2004 da Reitoria da UNIVERSO, de 20 de abril de 2004, e era composta por um Presidente, dois Assessores, seis representantes dos campi da Universidade, cinco representantes da Comunidade Universitária, sendo um de cada segmento: Corpo Docente, Corpo Técnico-Administrativo, Corpo Discente, Administração Superior da Universidade e da Coordenação de Cursos e um representante da sociedade civil organizada e teve o seu projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pela CONAES em 7 de julho de 2005.

     

    A UNIVERSO, que desde 2001 já vinha utilizando dos resultados obtidos pelo processo de autoavaliação para nortear ações de gestão, se mostrando atenta às respostas de sua comunidade interna e da comunidade externa, agora reforçada pela presença do SINAES, vem implantando a cultura da avaliação institucional utilizando-a como instrumento para:

    • Subsidiar suas ações de planejamento nos diferentes níveis da administração;
    • Redimensionar as ações e atividades acadêmicas;
    • Motivar a implementação das atividades acadêmicas;

     

    Inicialmente, conforme o Projeto de Autoavaliação Institucional da UNIVERSO, a CPA tinha uma constituição mais centralizada. Em 2013, a partir da análise do histórico do processo de autoavaliação da UNIVERSO e de seus desdobramentos, foram criados os Núcleos Locais da CPA nas diversas unidades acadêmicas: Belo Horizonte, Campos dos Goytacazes, Goiânia, Juiz de Fora, Niterói, Recife, Salvador e São Gonçalo. Consequentemente, o grupo responsável pelo trabalho de autoavaliação da UNIVERSO até então, passou a ser chamado de Núcleo Central, ficando responsável pela administração das pesquisas realizadas, comuns a todos os campi, pelo tratamento dos dados coletados e pelo apoio ao trabalho dos Núcleos Locais.

    A partir de 2013 a CPA desdobra-se em Núcleo Central responsável pela coordenação do Plano de Autoavaliação Institucional e em CPAs Locais responsáveis pela implantação do Plano de Autoavaliação, análise e divulgação das pesquisas à comunidade acadêmica em sua unidade.

  • Objetivo Geral:

    Avaliar, numa visão sistêmica, a dinâmica da gestão universitária analisando os processos, recursos e resultados, identificando pontos a serem ajustados dentro de uma ação permanente do processo de otimização da UNIVERSO, na consolidação de seus objetivos institucionais.

    Objetivos Específicos:

     

    • Promover a manutenção da cultura de avaliação na UNIVERSO;
    • Reafirmar o compromisso na manutenção de um processo contínuo e permanente de avaliação institucional na UNIVERSO;

    Apoiar o planejamento e o redirecionamento das ações da UNIVERSO, com vistas à busca permanente da qualidade da Educação Superior;

 

  • De acordo com a Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – SINAES, toda instituição de ensino superior deve constituir uma Comissão Própria de Avaliação – CPA. É responsabilidade desta Comissão conduzir todo o processo de Avaliação interna, sistematizar os dados obtidos e fornecer ao Ministério da Educação as informações solicitadas.

    A avaliação das Instituições divide-se em três modalidades: Autoavaliação – Coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada instituição, a Avaliação externa – realizada por Comissões designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, órgão vinculado ao Ministério da Educação e o ENADE.

    Na UNIVERSO, como previsto em seu Projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pelo MEC em 07 de Julho de 2005, a CPA, no desenvolvimento de seu trabalho, tem abordado o público interno da Universidade através de cinco pesquisas que consideramos como elementos referenciais para o reconhecimento da qualidade do desempenho institucional:

    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação do Desempenho Docente
    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação da Gestão, Infraestrutura e Serviços
    Pesquisa Ouvindo o Aluno – EAD
    Pesquisa “Ouvindo o Professor” (POP)
    Pesquisa “Ouvindo o Funcionário Tecnicoadministrativo” (POF)

    Essas pesquisas têm o objetivo de sondar o ambiente interno da UNIVERSO buscando detectar percepções manifestadas pelos seus três segmentos principais: professores, funcionários e alunos, acerca da qualidade dos relacionamentos pessoais e profissionais, no desempenho dos variados setores de atividades administrativas e acadêmicas, do nível de satisfação com os serviços prestados e recebidos, com a comunicação interna e com outros aspectos, normalmente, usados em análises de clima institucional. Além disso, as pesquisas traduzem o entendimento da CPA UNIVERSO de que o processo de autoavaliação, com a participação de todos os segmentos do seu público interno, é uma forma eficaz de buscar elementos que possam significar referências para a melhoria da gestão institucional, tanto a acadêmica quanto a administrativa.

    Outro elemento de referência para a Universidade Salgado de Oliveira é levantado pela Pesquisa Sobre os Aspectos Sócio-econômicos e Culturais dos Ingressantes (PSE). Esses aspectos socioeconômicos e culturais dos ingressantes são acompanhados desde 2001 e constituem uma visão detalhada acerca do perfil dos indivíduos que tem procurado o ingresso na Instituição, nos seus diversos campi.

    São competências da CPA dentre outras:

    I- coordenar e articular os processos internos de avaliação da Instituição;

    II- sistematizar as informações resultantes dos processos de avaliação; e

    III- Realizar e encaminhar ao MEC relatório anual de Autoavaliação da Instituição

  • A Associação Salgado de Oliveira de Educação e Cultura – ASOEC criada em 31 de maio de 1971, possibilitou a implantação em 1976 na cidade de São Gonçalo da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de São Gonçalo, instituição de Ensino Superior, autorizada pelo antigo Conselho Federal de Educação (CFE) através do Decreto de número 77.703/76. Em sua abertura a faculdade ofereceu os cursos de Pedagogia, com as habilitações em Magistério, Administração Escolar, Supervisão Escolar e Orientação Educacional; e o curso de Letras, com as habilitações em Português-Literatura e Português-Inglês.

    A origem, enquanto Universidade, remonta à carta-consulta encaminhada pela ASOEC ao CFE, nos termos da legislação em vigor, e aprovada em setembro de 1990. Como consequência da aprovação da carta-consulta foi instituída uma Comissão de Acompanhamento que se instalou oficialmente em 29 de outubro do mesmo ano iniciando, em seguida, o seu trabalho de avaliação do desempenho pedagógico-didático,

     

    acadêmico e administrativo das Faculdades Integradas de São Gonçalo. Após três anos de mudanças e acompanhamento das referidas Faculdades foi reconhecida como Universidade, pela Portaria Ministerial nº 1.283, de 8 de setembro de 1993, passando a ser denominada de Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO.

    Durante o processo de reconhecimento as Faculdades Integradas de São Gonçalo, nesta época mantendo dois campi – São Gonçalo e Niterói – adere ao PAIUB, Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras proposto pelo MEC. Experiências com este modelo são realizadas nos campi de São Gonçalo e Niterói desde 1987 e em Goiânia nos anos 1999-2000. A autoavaliação institucional como processo sistemático, contínuo e integrado à sua estrutura organizacional iniciou-se na UNIVERSO a partir do ano de 2001. Neste ano a Reitoria da UNIVERSO constituiu uma Comissão de Avaliação Institucional com o objetivo de estender o processo interno de avaliação a todas as suas unidades e cursos e, ao mesmo tempo, aderiu ao Programa CRUB de Avaliação Institucional, instituído pelo Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras que tinha o propósito de apoiar os programas de auto avaliação das instituições filiadas e realizar visitas de avaliação externa, através de comissões formadas para esse fim.

    A Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO, em seguida à sua constituição propôs à Universidade o Plano Geral de Avaliação Institucional (PGAI), aprovado pela Reitoria e ASOEC, mantenedora da UNIVERSO, em 17 de novembro de 2001. Neste plano a Avaliação Institucional é assumida pela UNIVERSO como instrumento auxiliar da gestão com o seguinte objetivo: a avaliação institucional é adotada como um instrumento para a busca permanente de maior eficácia da gestão universitária com reflexos na melhoria da qualidade do trabalho acadêmico através de seus cursos, atividades e serviços.

     

    Período: 2002 – 2003

                    Operacionalmente o PGAI se organizou por fases, que constituíam as ações ou os momentos avaliativos e começaram a ser executados a partir de 2002. Cada fase ao ser executada teve a sua ação estendida a todos os campi, todos os cursos e quando tinham como objeto um segmento do público interno: professor, aluno ou funcionário tecnicoadministrativo o foco da pesquisa era voltado para a população total daquele segmento. Os resultados obtidos em cada fase foram apresentados e discutidos em reuniões com os segmentos da administração superior, aos diretores de campi e gestores de cursos. Os professores receberam os resultados de sua avaliação e da avaliação dos serviços divulgados através de banners em locais apropriados. Após apresentação dos relatórios e discussão de seus resultados ações passavam a ser incorporadas às ações dos dirigentes e gestores de curso.

    Tendo como foco a busca de indicadores que pudessem aumentar a eficácia da gestão da Universidade, o processo de avaliação institucional desenvolvido na UNIVERSO, no período 2002-2004, cumpriu os seus objetivos. Reconhecendo que a cultura de avaliação não se estabelece de pronto na rotina de uma instituição, o processo implantado na UNIVERSO se constituiu num gerador de referências para os gestores, estando presente em significativos momentos de planejamento, análise e reflexão sobre o exercício da gestão e na tomada de decisões nos âmbitos administrativos e acadêmicos.

     

     

    A partir de 2005

    Em razão do disposto na Lei 10.861 de 14/04/2004 que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, a Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO foi reformulada, de forma a atender os pressupostos da lei, passando a ser denominada Comissão Própria de Avaliação – CPA.

    A CPA foi designada pela Portaria no. 017/2004 da Reitoria da UNIVERSO, de 20 de abril de 2004, e era composta por um Presidente, dois Assessores, seis representantes dos campi da Universidade, cinco representantes da Comunidade Universitária, sendo um de cada segmento: Corpo Docente, Corpo Técnico-Administrativo, Corpo Discente, Administração Superior da Universidade e da Coordenação de Cursos e um representante da sociedade civil organizada e teve o seu projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pela CONAES em 7 de julho de 2005.

     

    A UNIVERSO, que desde 2001 já vinha utilizando dos resultados obtidos pelo processo de autoavaliação para nortear ações de gestão, se mostrando atenta às respostas de sua comunidade interna e da comunidade externa, agora reforçada pela presença do SINAES, vem implantando a cultura da avaliação institucional utilizando-a como instrumento para:

    • Subsidiar suas ações de planejamento nos diferentes níveis da administração;
    • Redimensionar as ações e atividades acadêmicas;
    • Motivar a implementação das atividades acadêmicas;

     

    Inicialmente, conforme o Projeto de Autoavaliação Institucional da UNIVERSO, a CPA tinha uma constituição mais centralizada. Em 2013, a partir da análise do histórico do processo de autoavaliação da UNIVERSO e de seus desdobramentos, foram criados os Núcleos Locais da CPA nas diversas unidades acadêmicas: Belo Horizonte, Campos dos Goytacazes, Goiânia, Juiz de Fora, Niterói, Recife, Salvador e São Gonçalo. Consequentemente, o grupo responsável pelo trabalho de autoavaliação da UNIVERSO até então, passou a ser chamado de Núcleo Central, ficando responsável pela administração das pesquisas realizadas, comuns a todos os campi, pelo tratamento dos dados coletados e pelo apoio ao trabalho dos Núcleos Locais.

    A partir de 2013 a CPA desdobra-se em Núcleo Central responsável pela coordenação do Plano de Autoavaliação Institucional e em CPAs Locais responsáveis pela implantação do Plano de Autoavaliação, análise e divulgação das pesquisas à comunidade acadêmica em sua unidade.

  • Objetivo Geral:

    Avaliar, numa visão sistêmica, a dinâmica da gestão universitária analisando os processos, recursos e resultados, identificando pontos a serem ajustados dentro de uma ação permanente do processo de otimização da UNIVERSO, na consolidação de seus objetivos institucionais.

    Objetivos Específicos:

     

    • Promover a manutenção da cultura de avaliação na UNIVERSO;
    • Reafirmar o compromisso na manutenção de um processo contínuo e permanente de avaliação institucional na UNIVERSO;

    Apoiar o planejamento e o redirecionamento das ações da UNIVERSO, com vistas à busca permanente da qualidade da Educação Superior;

 

  • De acordo com a Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – SINAES, toda instituição de ensino superior deve constituir uma Comissão Própria de Avaliação – CPA. É responsabilidade desta Comissão conduzir todo o processo de Avaliação interna, sistematizar os dados obtidos e fornecer ao Ministério da Educação as informações solicitadas.

    A avaliação das Instituições divide-se em três modalidades: Autoavaliação – Coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada instituição, a Avaliação externa – realizada por Comissões designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, órgão vinculado ao Ministério da Educação e o ENADE.

    Na UNIVERSO, como previsto em seu Projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pelo MEC em 07 de Julho de 2005, a CPA, no desenvolvimento de seu trabalho, tem abordado o público interno da Universidade através de cinco pesquisas que consideramos como elementos referenciais para o reconhecimento da qualidade do desempenho institucional:

    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação do Desempenho Docente
    Pesquisa “Ouvindo o Aluno” (POA) – Avaliação da Gestão, Infraestrutura e Serviços
    Pesquisa Ouvindo o Aluno – EAD
    Pesquisa “Ouvindo o Professor” (POP)
    Pesquisa “Ouvindo o Funcionário Tecnicoadministrativo” (POF)

    Essas pesquisas têm o objetivo de sondar o ambiente interno da UNIVERSO buscando detectar percepções manifestadas pelos seus três segmentos principais: professores, funcionários e alunos, acerca da qualidade dos relacionamentos pessoais e profissionais, no desempenho dos variados setores de atividades administrativas e acadêmicas, do nível de satisfação com os serviços prestados e recebidos, com a comunicação interna e com outros aspectos, normalmente, usados em análises de clima institucional. Além disso, as pesquisas traduzem o entendimento da CPA UNIVERSO de que o processo de autoavaliação, com a participação de todos os segmentos do seu público interno, é uma forma eficaz de buscar elementos que possam significar referências para a melhoria da gestão institucional, tanto a acadêmica quanto a administrativa.

    Outro elemento de referência para a Universidade Salgado de Oliveira é levantado pela Pesquisa Sobre os Aspectos Sócio-econômicos e Culturais dos Ingressantes (PSE). Esses aspectos socioeconômicos e culturais dos ingressantes são acompanhados desde 2001 e constituem uma visão detalhada acerca do perfil dos indivíduos que tem procurado o ingresso na Instituição, nos seus diversos campi.

    São competências da CPA dentre outras:

    I- coordenar e articular os processos internos de avaliação da Instituição;

    II- sistematizar as informações resultantes dos processos de avaliação; e

    III- Realizar e encaminhar ao MEC relatório anual de Autoavaliação da Instituição

  • A Associação Salgado de Oliveira de Educação e Cultura – ASOEC criada em 31 de maio de 1971, possibilitou a implantação em 1976 na cidade de São Gonçalo da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de São Gonçalo, instituição de Ensino Superior, autorizada pelo antigo Conselho Federal de Educação (CFE) através do Decreto de número 77.703/76. Em sua abertura a faculdade ofereceu os cursos de Pedagogia, com as habilitações em Magistério, Administração Escolar, Supervisão Escolar e Orientação Educacional; e o curso de Letras, com as habilitações em Português-Literatura e Português-Inglês.

    A origem, enquanto Universidade, remonta à carta-consulta encaminhada pela ASOEC ao CFE, nos termos da legislação em vigor, e aprovada em setembro de 1990. Como consequência da aprovação da carta-consulta foi instituída uma Comissão de Acompanhamento que se instalou oficialmente em 29 de outubro do mesmo ano iniciando, em seguida, o seu trabalho de avaliação do desempenho pedagógico-didático,

     

    acadêmico e administrativo das Faculdades Integradas de São Gonçalo. Após três anos de mudanças e acompanhamento das referidas Faculdades foi reconhecida como Universidade, pela Portaria Ministerial nº 1.283, de 8 de setembro de 1993, passando a ser denominada de Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO.

    Durante o processo de reconhecimento as Faculdades Integradas de São Gonçalo, nesta época mantendo dois campi – São Gonçalo e Niterói – adere ao PAIUB, Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras proposto pelo MEC. Experiências com este modelo são realizadas nos campi de São Gonçalo e Niterói desde 1987 e em Goiânia nos anos 1999-2000. A autoavaliação institucional como processo sistemático, contínuo e integrado à sua estrutura organizacional iniciou-se na UNIVERSO a partir do ano de 2001. Neste ano a Reitoria da UNIVERSO constituiu uma Comissão de Avaliação Institucional com o objetivo de estender o processo interno de avaliação a todas as suas unidades e cursos e, ao mesmo tempo, aderiu ao Programa CRUB de Avaliação Institucional, instituído pelo Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras que tinha o propósito de apoiar os programas de auto avaliação das instituições filiadas e realizar visitas de avaliação externa, através de comissões formadas para esse fim.

    A Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO, em seguida à sua constituição propôs à Universidade o Plano Geral de Avaliação Institucional (PGAI), aprovado pela Reitoria e ASOEC, mantenedora da UNIVERSO, em 17 de novembro de 2001. Neste plano a Avaliação Institucional é assumida pela UNIVERSO como instrumento auxiliar da gestão com o seguinte objetivo: a avaliação institucional é adotada como um instrumento para a busca permanente de maior eficácia da gestão universitária com reflexos na melhoria da qualidade do trabalho acadêmico através de seus cursos, atividades e serviços.

     

    Período: 2002 – 2003

                    Operacionalmente o PGAI se organizou por fases, que constituíam as ações ou os momentos avaliativos e começaram a ser executados a partir de 2002. Cada fase ao ser executada teve a sua ação estendida a todos os campi, todos os cursos e quando tinham como objeto um segmento do público interno: professor, aluno ou funcionário tecnicoadministrativo o foco da pesquisa era voltado para a população total daquele segmento. Os resultados obtidos em cada fase foram apresentados e discutidos em reuniões com os segmentos da administração superior, aos diretores de campi e gestores de cursos. Os professores receberam os resultados de sua avaliação e da avaliação dos serviços divulgados através de banners em locais apropriados. Após apresentação dos relatórios e discussão de seus resultados ações passavam a ser incorporadas às ações dos dirigentes e gestores de curso.

    Tendo como foco a busca de indicadores que pudessem aumentar a eficácia da gestão da Universidade, o processo de avaliação institucional desenvolvido na UNIVERSO, no período 2002-2004, cumpriu os seus objetivos. Reconhecendo que a cultura de avaliação não se estabelece de pronto na rotina de uma instituição, o processo implantado na UNIVERSO se constituiu num gerador de referências para os gestores, estando presente em significativos momentos de planejamento, análise e reflexão sobre o exercício da gestão e na tomada de decisões nos âmbitos administrativos e acadêmicos.

     

     

    A partir de 2005

    Em razão do disposto na Lei 10.861 de 14/04/2004 que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, a Comissão de Avaliação Institucional da UNIVERSO foi reformulada, de forma a atender os pressupostos da lei, passando a ser denominada Comissão Própria de Avaliação – CPA.

    A CPA foi designada pela Portaria no. 017/2004 da Reitoria da UNIVERSO, de 20 de abril de 2004, e era composta por um Presidente, dois Assessores, seis representantes dos campi da Universidade, cinco representantes da Comunidade Universitária, sendo um de cada segmento: Corpo Docente, Corpo Técnico-Administrativo, Corpo Discente, Administração Superior da Universidade e da Coordenação de Cursos e um representante da sociedade civil organizada e teve o seu projeto de Autoavaliação Institucional aprovado pela CONAES em 7 de julho de 2005.

     

    A UNIVERSO, que desde 2001 já vinha utilizando dos resultados obtidos pelo processo de autoavaliação para nortear ações de gestão, se mostrando atenta às respostas de sua comunidade interna e da comunidade externa, agora reforçada pela presença do SINAES, vem implantando a cultura da avaliação institucional utilizando-a como instrumento para:

    • Subsidiar suas ações de planejamento nos diferentes níveis da administração;
    • Redimensionar as ações e atividades acadêmicas;
    • Motivar a implementação das atividades acadêmicas;

     

    Inicialmente, conforme o Projeto de Autoavaliação Institucional da UNIVERSO, a CPA tinha uma constituição mais centralizada. Em 2013, a partir da análise do histórico do processo de autoavaliação da UNIVERSO e de seus desdobramentos, foram criados os Núcleos Locais da CPA nas diversas unidades acadêmicas: Belo Horizonte, Campos dos Goytacazes, Goiânia, Juiz de Fora, Niterói, Recife, Salvador e São Gonçalo. Consequentemente, o grupo responsável pelo trabalho de autoavaliação da UNIVERSO até então, passou a ser chamado de Núcleo Central, ficando responsável pela administração das pesquisas realizadas, comuns a todos os campi, pelo tratamento dos dados coletados e pelo apoio ao trabalho dos Núcleos Locais.

    A partir de 2013 a CPA desdobra-se em Núcleo Central responsável pela coordenação do Plano de Autoavaliação Institucional e em CPAs Locais responsáveis pela implantação do Plano de Autoavaliação, análise e divulgação das pesquisas à comunidade acadêmica em sua unidade.

  • Objetivo Geral:

    Avaliar, numa visão sistêmica, a dinâmica da gestão universitária analisando os processos, recursos e resultados, identificando pontos a serem ajustados dentro de uma ação permanente do processo de otimização da UNIVERSO, na consolidação de seus objetivos institucionais.

    Objetivos Específicos:

     

    • Promover a manutenção da cultura de avaliação na UNIVERSO;
    • Reafirmar o compromisso na manutenção de um processo contínuo e permanente de avaliação institucional na UNIVERSO;

    Apoiar o planejamento e o redirecionamento das ações da UNIVERSO, com vistas à busca permanente da qualidade da Educação Superior;